Um ano de construção, desconstrução.
Um ano que está quase acabando.
Dias eternos e perfeitos.
Meu último post foi em janeiro.
Foi um meio tempo gostoso, cheio de vida. E agora eu grito em silencio na estaca de partida.
Um ciclo de um ano.
Agora, de frente para o tempo. Cada batida descompassada dos ponteiros metamorfosiam-se cores arcoiris em breus e tudo se esvai em silêncios. Daqueles que não tocam... minunciosamente invadem cada pensamento, são como sentinelas...
Foi como acordar.
Aquele velho vazio, preenchendo meus olhares e sorrisos perdidos.
Será que estou colhendo o que plantei?
Não consigo entender...
Construí e afastei. Bomba atômica...
O vivo e o morto convivendo em um mesmo corpo.
Uma árvore sem folhas.
Não há perguntas, não há respostas... não tenho mais força para procurar...
Eu quero a cura para esse ciclo, eu não acho as palavras...
Que droga de post.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
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