quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

nada ficou no lugar.

Um ano de construção, desconstrução.
Um ano que está quase acabando.
Dias eternos e perfeitos.

Meu último post foi em janeiro.
Foi um meio tempo gostoso, cheio de vida. E agora eu grito em silencio na estaca de partida.

Um ciclo de um ano.

Agora, de frente para o tempo. Cada batida descompassada dos ponteiros metamorfosiam-se cores arcoiris em breus e tudo se esvai em silêncios. Daqueles que não tocam... minunciosamente invadem cada pensamento, são como sentinelas...
Foi como acordar.




Aquele velho vazio, preenchendo meus olhares e sorrisos perdidos.

Será que estou colhendo o que plantei?


Não consigo entender...

Construí e afastei. Bomba atômica...
O vivo e o morto convivendo em um mesmo corpo.

Uma árvore sem folhas.

Não há perguntas, não há respostas... não tenho mais força para procurar...

Eu quero a cura para esse ciclo, eu não acho as palavras...


Que droga de post.