quinta-feira, 26 de junho de 2008

Infinito Particular.

Sempre há pedras no caminho...
Caminhos de pedra
Amores sem reta
Brigas sem metas..
Há um lugar no fim do mundo
No começo de tudo e de nada
Ele é explorado mudo
Cego
Os olhos entreabertos, espreitam a fronteira entre os universos
Indiferente
É lá que acontecem todas as guerras
Onde palpitam o verno
Desabrocham os perfumes
Cantigas viram vento
Brisa suave no relento
Um quadro confuso e inabitado
Cheio de sonhos não realizados, medos acalentados, tristonhos, esquecidos...
É lá onde ficam os momentos olvidados
E também os almejados...
Um caminho, palpitações do lado esquerdo
Pegaste um atalho incerne
Sete cores no céu
Chuva dourada
E de repente, permanente.





Rimado, um amor.

2 comentários:

Adriana Toyoshima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Adriana Toyoshima disse...

Juuu! q lindo esse texto! ^^
queria saber escrever bem q nem vc!

;**

drika