
E depois de tudo,
tudo de novo,
Nada de novo,
É um velho nada,
Constrói e destrói,
É o que eu tenho de mais bonito por dentro,
Parece tudo tão calejado.. E quando acho que não, tudo se abre em lágrimas...
Outra tempestade quebra a cúpula, e os pedacinhos daquilo que parecia transparente ganham o peso de uma parede cimentada de desprezo
Cai-se em gotas de ácido que desaguam na minha caixinha de mágoas embrulhada de sorrisos...
Cada palavra não dosada é uma parada cardíaca.
Quanto mais encaro, mais eu fujo...
É a solução: não ver, não chorar, não desistir.
ACREDITAR!
Um comentário:
Fé. Ir em frente. Vontade. Força. Não sentir culpa. Em suas palavras, simplismente, acreditar. Mas, esses sentimentos não são somente desejos. Neles há uma necessidade de alcansar a transcendência que nos transparece a alma.
A mesma alma inquieta e insáciavel por calor humano o calor de ter alguém ao lado...nossa eterna vontade de tentar ser feliz, mas em nossa honestidade mais íntima sempre compartilhamos tristezas.
Não há nada mais nobre na delicadeza de suas palavras do que afirmar: Não desistir, ainda que desaguem gotas de ácido em nossas caixinhas de mágoas embrulhada de sorrisos...
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